domingo, 24 de maio de 2009

Porque o Jumento e o mascote?

A razão é a mesma pela qual o Palmeiras adotou o porco como seu mascote: um insulto que se transformou em motivo de orgulho. A primeira vez em que se associou o jumento ao Partido Democrata foi durante a campanha presidencial de 1828, quando a oposição tentou ligar a figura do animal às propostas populistas do candidato Andrew Jackson. O tiro saiu pela culatra: o democrata não só foi eleito como passou a usar o jumento para representar a firmeza da sua gestão. A história ficou esquecida por um tempo, até que em 1870 o chargista Thomas Nast rabiscou o bichão na revista Harper’s Weekly e o mascote pegou. Em 1874, o próprio Nast criaria o elefante republicano, publicando outro desenho que caiu no gosto do povo. Outros cartunistas gostaram da idéia e passaram a representar os animais – ora ressaltando seu lado bom, ora o ruim. Afinal, o jumento pode simbolizar tanto coragem, humildade e esforço quanto estupidez e teimosia. Já o elefante pode representar força e inteligência, mas também conservadorismo e pretensão. Aproveitando apenas o lado positivo, o Partido Republicano adotou o paquiderme como seu símbolo oficial. Os democratas não foram tão longe, mas, de vez em quando, usam um jumentinho como mascote. No dia 2 de novembro, os americanos vão às urnas para decidir se terão a tromba de George W. Bush ou o focinho de John Kerry no comando do país.

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terça-feira, 5 de maio de 2009








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terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

O Tio Sam existiu de verdade?

Parece que sim. Embora até hoje a origem do tiozinho barbudo seja controversa, em 1961 o Congresso americano reconheceu-o como uma referência a Samuel Wilson, um açougueiro da cidade de Troy, no interior do estado de Nova York. Em 1812, os Estados Unidos entraram em guerra contra a Grã-Bretanha e Sam Wilson passou a vender carne para o Exército americano. Para indicar a quem pertenciam os barris cheios de carne, Sam pintava as iniciais US (de United States). Como na época a sigla não era tão usada, logo foi confundida como a abreviatura de Uncle Sam (Tio Sam), numa referência ao açougueiro. O apelido se popularizou e a revista britânica Punch usou-o para batizar um personagem que representava os Estados Unidos. Na década de 1870, o cartunista americano Thomas Nast reaproveitou a idéia e deu ao Tio Sam a cara do ex-presidente Abraham Lincoln, um herói nacional. Em 1917, o artista James Flagg desenhou-o com o dedo em riste e dizendo “I Want You” (”Eu Quero Você”) em um cartaz encomendado pelas Forças Armadas americanas, que recrutava soldados para a Primeira Guerra Mundial. O cartaz rodou o mundo e o velhote virou a cara dos Estados Unidos.


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sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

RECADO

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